sexta-feira, 21 de novembro de 2008

É de tango, tango...

É de tango, tango,
É de tango tá,
Foi pensando na Luzia,
Que eu fui parar em Piabetá.

Lá chegando certo dia,
Uma poesia eu pude inspirar,
Que falava do seu nome,
Não sei como eu pude pensar.

Nessa sua beleza,
Em querer um dia conquistar,
E a sua indiferença eu pude sentir,
Quando tentei pra você olhar.

Se pra sonhar eu preciso dormir,
Quero dormindo te ver comigo,
Se não posso te conquistar,
Nem mesmo como amigo.

Só me resta aqui comentar,
Como eu pude de fato te querer,
Se nem como amigo não queres me ver,
Não é possível insistir em te amar.

Se nem mesmo outra qualquer,
O meu coração sente querer,
Só me resta aqui comentar,
Não me convém em ti pensar.

O que mais posso fazer,
Se não existe outra como você pra se amar,
É de tango tango,
É de tango tá, eu preciso desse sonho acordar.

Como eu moro no conjunto,
Quero sua atenção conquistar,
Quem sabe eu possa despertar,
E me ver de fato com você junto.

Antes do amanhecer do dia,
Te ver em mim pensar,
Quero com esta inspiração,
A sua atenção conquistar.

Do poeta: Paulo de Andrade